Tonturas Fest é um festival de música livre, improvisada, aleatória, que se realiza sempre em sítios diferentes, a sua missão é dar a conhecer projetos de música esdrúxula por aí a rebentar. Há ainda o interesse em produzir intercâmbio entre a música e outras formas de expressão assim como gerar discussão à volta da música dita experimental, essa que provoca tonturas nas mentes dos mais incautos.
Este festival, na sua segunda edição, realizar-se-á este ano no Porto, nos armazéns da Rua do Almada, durante o próximo fim de semana, conforme a seguir se indica:
Já amanhã sexta feira, 4 de março:
"ALMA EM FORMOL"
Hyaena Fierling Reich + Shagara Olaeia
Depois de amanhã, sábado, 5 de março:
"LOST UNDERGROUND"
Alrucini + Terra Oca
No domingo, dia 6 de março:
"MARIA VAI COM AS OUTRAS"
Maile Colbert + Two White Monsters Around a White Table
Por fim, na segunda, 7 de março
"LOUIE LOUIE" ou "CASA VIVA" (a confirmar)
Cage Cabarrett + Phalovich + Jorge Bruto (Capitão Fantasma).
O Tonturas Fest é da responsabilidade organizativa do coletivo “Tontura Rural”.
Fica a seguir o manifesto do coletivo:
«TONTURA RURAL eh o despertar do sonambulismo provinciano com torpedos aromatizadamente esdrúxulos.
TONTURA RURAL eh a terra auditiva de ninguém, porque a propriedade não existe.
TONTURA RURAL eh o desengano enganoso!
TONTURA RURAL eh o território fronteiriço entre as couves suburbanas e os matagais do inconsciente.
Ainda estás vivo? (Andante, Moderato, Rápido, Adágio, Vinagreto)
TONTURA RURAL encontra-se neste momento a alisar o eco pela estrada fora.
TONTURA RURAL eh pedra nos rins e castanholas no peito.
TONTURA RURAL não usa metáforas!
TONTURA RURAL embriaga-te com peçonha.
Guarda isto que é um osso.
TONTURA RURAL eh uma chuva de sapos e ninguém tem nada a ver com isso.
TONTURA RURAL muda de personalidade como as putas mudam de cuecas.
TONTURA RURAL tem os pés em Saturno e as mãos em Júpiter.
TONTURA RURAL eh a confusão do queijo com a lua.
TONTURA RURAL rachou a cabeça quando era criança.
TONTURA RURAL eh a comichão no meio de um romance de aventuras.
TONTURA RURAL eh cannibalismo doce.»
Mostrar mensagens com a etiqueta Música. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Música. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 3 de março de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Fim-de-semana na Casa Viva
Já amanhã, sábado 29 de janeiro, a partir das 19H00, haverá “rock” e “indie” com “João Losa & Dantraxx KID” e “Elektra Zagreb”.
No dia seguinte, domingo 30 de janeiro, a partir das 20H00, tocarão as bandas de “Death Metal”: “Meido” do País Basco e “Plus Ultra”, portuguesa.
As entradas são sempre gratuitas.
A Casa Viva está na Praça Marquês de Pombal, no nº. 197, no Porto (Portugal).
Mais info em: http://casa-viva.blogspot.com e http://radiocasaviva.blogspot.com e sempre com ligações permanentes na coluna dos “Sítios a Visitar”.
No dia seguinte, domingo 30 de janeiro, a partir das 20H00, tocarão as bandas de “Death Metal”: “Meido” do País Basco e “Plus Ultra”, portuguesa.
As entradas são sempre gratuitas.
A Casa Viva está na Praça Marquês de Pombal, no nº. 197, no Porto (Portugal).
Mais info em: http://casa-viva.blogspot.com e http://radiocasaviva.blogspot.com e sempre com ligações permanentes na coluna dos “Sítios a Visitar”.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Todas as Canções
Na próxima sexta, dia 28 de janeiro, será apresentado o livro de partituras com o título de “José Afonso, Todas as Canções”, contendo 159 canções da autoria de José Afonso.
Será às 21H30, na Fundação Escultor José Rodrigues, no Porto (Portugal), com a participação dos autores: Guilhermino Monteiro, João Lóio, José Mário Branco e Octávio Fonseca.
O músico José Mário Branco (também autor da obra) explicou que a edição deste livro servirá para "lutar contra a tendência de colocar Zeca Afonso na gaveta do canto de intervenção e também para quem quiser aprender [a tocar as canções do compositor] com a certeza de que tem a transcrição fiel".
No prefácio, os quatro autores criticam o "analfabetismo musical" e o "mau gosto" de diretores de programas de rádio e de televisão que ignoram a obra de José Afonso e enaltecem o facto de "ser o autor mais cantado por todas as gerações e diferentes escolas de músicos".
José (Zeca) Afonso morreu em 1987, deixando uma obra discográfica que "constitui um manancial inesgotável de inspiração e de aprendizagem", concluem os organizadores que constituem o Núcleo do Norte da Associação José Afonso.
A Fundação Escultor José Rodrigues fica no Porto, na Rua da Fábrica Social (no Bairro da Fontinha, perto do JN)
Mais info em: http://vejambem.blogspot.com/ e http://www.joserodrigues.org/
Será às 21H30, na Fundação Escultor José Rodrigues, no Porto (Portugal), com a participação dos autores: Guilhermino Monteiro, João Lóio, José Mário Branco e Octávio Fonseca.
O músico José Mário Branco (também autor da obra) explicou que a edição deste livro servirá para "lutar contra a tendência de colocar Zeca Afonso na gaveta do canto de intervenção e também para quem quiser aprender [a tocar as canções do compositor] com a certeza de que tem a transcrição fiel".
No prefácio, os quatro autores criticam o "analfabetismo musical" e o "mau gosto" de diretores de programas de rádio e de televisão que ignoram a obra de José Afonso e enaltecem o facto de "ser o autor mais cantado por todas as gerações e diferentes escolas de músicos".
José (Zeca) Afonso morreu em 1987, deixando uma obra discográfica que "constitui um manancial inesgotável de inspiração e de aprendizagem", concluem os organizadores que constituem o Núcleo do Norte da Associação José Afonso.
A Fundação Escultor José Rodrigues fica no Porto, na Rua da Fábrica Social (no Bairro da Fontinha, perto do JN)
Mais info em: http://vejambem.blogspot.com/ e http://www.joserodrigues.org/
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Culhões de Festa
É já amanhã (18-Sábado), a partir das 15H00, que haverá “Culhões de Festa” na Casa Viva.
Haverá a projeção do documentário “DIY culture of portland”, documentário que aborda as bandas de Portland dos anos 80, como Dead Kenedys, Sado Nation, Wipers, etc. e haverá concertos das bandas: Fina Flôr de Entulho, Riot Bitches, Society Scum, Ofencisa, Moralez, Synesthesia e Dead by Pregnancy.
A entrada é grátis.
A Casa Viva está na Praça Marquês de Pombal, no nº. 197, no Porto (Portugal).
Mais info em: http://casa-viva.blogspot.com e http://radiocasaviva.blogspot.com e sempre com ligações na coluna dos “Sítios a Visitar”.
Haverá a projeção do documentário “DIY culture of portland”, documentário que aborda as bandas de Portland dos anos 80, como Dead Kenedys, Sado Nation, Wipers, etc. e haverá concertos das bandas: Fina Flôr de Entulho, Riot Bitches, Society Scum, Ofencisa, Moralez, Synesthesia e Dead by Pregnancy.
A entrada é grátis.
A Casa Viva está na Praça Marquês de Pombal, no nº. 197, no Porto (Portugal).
Mais info em: http://casa-viva.blogspot.com e http://radiocasaviva.blogspot.com e sempre com ligações na coluna dos “Sítios a Visitar”.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Punk na Casa Viva
É já depois de amanhã, sábado, dia 23, a começar às 18H00, na Casa Viva, no Porto (Portugal), com entrada livre, atuarão os seguintes grupos:
1- Essenzia de Lapo [vigo – Galiza Espanha]
www.myspace.com/essenciadelapo
2- TrashBaile [Porto - Portugal]
www.myspace.com/trashbaile
3- Sexo no Anexo [Porto - Portugal]
www.myspace.com/sexonoanexo
4- Mário, O Trovador [Lisboa - Portugal]
www.myspace.com/mariotrovador
A Casa Viva está na Praça Marquês de Pombal, no nº. 197, no Porto (Portugal).
Mais info em: http://casa-viva.blogspot.com e http://radiocasaviva.blogspot.com e sempre com ligações na coluna dos “Sítios a Visitar”.
1- Essenzia de Lapo [vigo – Galiza Espanha]
www.myspace.com/essenciadelapo
2- TrashBaile [Porto - Portugal]
www.myspace.com/trashbaile
3- Sexo no Anexo [Porto - Portugal]
www.myspace.com/sexonoanexo
4- Mário, O Trovador [Lisboa - Portugal]
www.myspace.com/mariotrovador
A Casa Viva está na Praça Marquês de Pombal, no nº. 197, no Porto (Portugal).
Mais info em: http://casa-viva.blogspot.com e http://radiocasaviva.blogspot.com e sempre com ligações na coluna dos “Sítios a Visitar”.
domingo, 4 de julho de 2010
A Revolução Individual
«O género de liberdade mais importante, é seres verdadeiro. Trocas a tua realidade por uma personagem. Trocas os teus sentidos por uma actuação. Desistes da capacidade de sentir, e em troca pões uma máscara.
Não pode haver uma revolução em grande escala, se antes não houver a revolução individual da pessoa. Primeiro tem que acontecer cá dentro.»
Jim Morrison (1943-1971)
Poeta e músico do lendário grupo “The Doors”
Não pode haver uma revolução em grande escala, se antes não houver a revolução individual da pessoa. Primeiro tem que acontecer cá dentro.»
Jim Morrison (1943-1971)
Poeta e músico do lendário grupo “The Doors”
sábado, 3 de julho de 2010
Jim Morrison
Foi num dia assim como o de hoje mas do ano de 1971 que morria, aos 27 anos de idade, o poeta e músico Jim Morrison.
Vocalista da lendária banda rock “The Doors” e autor da maior parte das letras da banda, Morrison desenvolveu um estilo muito próprio de cantar e um estilo poético algo “místico”.
A morte de Morrison sempre esteve envolta em polémica. Ocorreu em Paris e oficialmente foi dito haver sofrido um ataque cardíaco. De imediato surgiram hipóteses de “overdose” e também a teoria de ter sido eliminado pelos serviços secretos norte-americanos, aliás como o próprio já teria antes anunciado, como sendo o número 4 de uma lista de mortes misteriosas: primeiro fora Jimi Hendrix, depois Janis Joplin e em terceiro lugar morrera Brian Jones, todos social e politicamente incómodos e, curiosamente, todos mortos aos 27 anos de idade.
De acordo com Jim Morrison, um dos eventos mais importantes da sua vida terá ocorrido na sua infância, durante uma viagem familiar que ele assim descreveu:
« A primeira vez que descobri a morte… eu, os meus pais e os meus avós, íamos de automóvel no meio do deserto ao amanhecer. Um caminhão carregado de índios, tinha chocado com outra viatura e havia índios espalhados por toda a auto-estrada, sangrando. Eu era apenas um miúdo e fui obrigado a ficar dentro do automóvel enquanto os meus pais foram ver o que se passava. Não consegui ver nada – para mim era apenas tinta vermelha esquisita e pessoas deitadas no chão, mas sentia que alguma coisa se tinha passado, porque conseguia perceber a vibração das pessoas à minha volta, então de repente apercebi-me que elas não sabiam mais do que eu sobre o que tinha acontecido. Esta foi a primeira vez que senti medo... e eu penso que nessa altura as almas daqueles índios mortos – talvez de um ou dois deles – andavam a correr e aos pulos e vieram parar à minha alma, e eu, apenas como uma esponja, ali sentado a absorvê-las… »
Os pais afirmaram que tal incidente nunca ocorreu mas Morrison afirmava o contrário dizendo que os pais, vendo como tal acontecimento o afectara, em face do choque, sempre o negaram e disseram-lhe que teria sido um pesadelo, para o acalmar.
Morrison dizia coisas como: «Acho que os pontos mais importantes são apenas o mais alto e o mais baixo. Tudo o resto está apenas no meio. Eu quero a liberdade para experimentar tudo.»
Vê o vídeo abaixo com a actuação ao vivo interpretando o emblemático e longo tema “The End”, aqui só com 10 minutos.
Vocalista da lendária banda rock “The Doors” e autor da maior parte das letras da banda, Morrison desenvolveu um estilo muito próprio de cantar e um estilo poético algo “místico”.
A morte de Morrison sempre esteve envolta em polémica. Ocorreu em Paris e oficialmente foi dito haver sofrido um ataque cardíaco. De imediato surgiram hipóteses de “overdose” e também a teoria de ter sido eliminado pelos serviços secretos norte-americanos, aliás como o próprio já teria antes anunciado, como sendo o número 4 de uma lista de mortes misteriosas: primeiro fora Jimi Hendrix, depois Janis Joplin e em terceiro lugar morrera Brian Jones, todos social e politicamente incómodos e, curiosamente, todos mortos aos 27 anos de idade.
« A primeira vez que descobri a morte… eu, os meus pais e os meus avós, íamos de automóvel no meio do deserto ao amanhecer. Um caminhão carregado de índios, tinha chocado com outra viatura e havia índios espalhados por toda a auto-estrada, sangrando. Eu era apenas um miúdo e fui obrigado a ficar dentro do automóvel enquanto os meus pais foram ver o que se passava. Não consegui ver nada – para mim era apenas tinta vermelha esquisita e pessoas deitadas no chão, mas sentia que alguma coisa se tinha passado, porque conseguia perceber a vibração das pessoas à minha volta, então de repente apercebi-me que elas não sabiam mais do que eu sobre o que tinha acontecido. Esta foi a primeira vez que senti medo... e eu penso que nessa altura as almas daqueles índios mortos – talvez de um ou dois deles – andavam a correr e aos pulos e vieram parar à minha alma, e eu, apenas como uma esponja, ali sentado a absorvê-las… »
Os pais afirmaram que tal incidente nunca ocorreu mas Morrison afirmava o contrário dizendo que os pais, vendo como tal acontecimento o afectara, em face do choque, sempre o negaram e disseram-lhe que teria sido um pesadelo, para o acalmar.
Morrison dizia coisas como: «Acho que os pontos mais importantes são apenas o mais alto e o mais baixo. Tudo o resto está apenas no meio. Eu quero a liberdade para experimentar tudo.»
Vê o vídeo abaixo com a actuação ao vivo interpretando o emblemático e longo tema “The End”, aqui só com 10 minutos.
terça-feira, 11 de maio de 2010
Apupópapa
No próximo dia 13 (quinta) será a vez do lançamento no Porto (Portugal) do último disco de Diana, Ricardo e Rossana, o Apupópapa.
O lançamento em Lisboa ocorreu no passado dia 8 (sábado).
O lançamento ocorre na Casa Viva, na Praça Marquês de Pombal, no nº. 197, no Porto, com entrada livre, ainda que tenhas que bater à porta.
Na coluna dos Sítios a Visitar estão ligações para a “Casa Viva” e para a “Rádio Casa Viva”, vai lá ver mais informação, vídeo e podes ouvir 2 faixas disponíveis.
O lançamento em Lisboa ocorreu no passado dia 8 (sábado).
O lançamento ocorre na Casa Viva, na Praça Marquês de Pombal, no nº. 197, no Porto, com entrada livre, ainda que tenhas que bater à porta.
Na coluna dos Sítios a Visitar estão ligações para a “Casa Viva” e para a “Rádio Casa Viva”, vai lá ver mais informação, vídeo e podes ouvir 2 faixas disponíveis.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Se não formos nós quem será?
O grupo anarco-punk holandês “Power is Poison” (o poder é veneno), em digressão pela Europa, atua amanhã (dia 8 sábado) na Casa Viva, no Porto (Portugal).
Este grupo usa como slogan: “if not us, who? if not now, when?” (Se não formos nós, quem será? Se não for agora, quando será?)
A Casa Viva está na Praça Marquês de Pombal, no nº. 197, no Porto.
Na coluna dos Sítios a Visitar estão ligações para a “Casa Viva” e para a “Rádio Casa Viva”.
Este grupo usa como slogan: “if not us, who? if not now, when?” (Se não formos nós, quem será? Se não for agora, quando será?)
A Casa Viva está na Praça Marquês de Pombal, no nº. 197, no Porto.
Na coluna dos Sítios a Visitar estão ligações para a “Casa Viva” e para a “Rádio Casa Viva”.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Laurie Anderson
Hoje vais ver 3 vídeos seleccionados da vasta e particular produção artística da norte-americana Laurie Anderson, nascida em 1947 e que ainda hoje realiza espectáculos por todo o Mundo, sendo internacionalmente conhecida pelas suas “performances” multimedia (manifestações artísticas interdisciplinares, combinando diversos tipos artísticos, como teatro, música, poesia, vídeo e outras expressões particularmente tecnológicas).
O primeiro vídeo foi a mais popular composição musical de Laurie Anderson, “O Superman”. O vídeo está legendado em inglês para melhor compreensão da letra, cujo conteúdo tem sido discutido no sentido de eventualmente possuir algum significado para além do meramente artístico. Deixa a tua opinião no “Comentário” a este artigo.
“O Superman” foi gravado em 1981, isto é, há 30 anos e, apesar dos seus 8 minutos, vale a pena ver até ao fim.
Vê agora o vídeo da actuação (performance) de 1984, intitulada “Zero and One”
A interessante e original sonoridade das suas composições musicais podem ser exemplificadas com o tema “Gravity’s Angel” que podes ver a seguir.
Mais info em: http://www.laurieanderson.com
O primeiro vídeo foi a mais popular composição musical de Laurie Anderson, “O Superman”. O vídeo está legendado em inglês para melhor compreensão da letra, cujo conteúdo tem sido discutido no sentido de eventualmente possuir algum significado para além do meramente artístico. Deixa a tua opinião no “Comentário” a este artigo.
“O Superman” foi gravado em 1981, isto é, há 30 anos e, apesar dos seus 8 minutos, vale a pena ver até ao fim.
Vê agora o vídeo da actuação (performance) de 1984, intitulada “Zero and One”
A interessante e original sonoridade das suas composições musicais podem ser exemplificadas com o tema “Gravity’s Angel” que podes ver a seguir.
Mais info em: http://www.laurieanderson.com
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Tás na Boa
«Para os meus putos a lutar lá fora,
É tudo bom,
Não há stress,
Tás na boa.»
Vê o vídeo e ouve esta extraordinária e potente música do grupo português “Da Weasel” no seu fantástico álbum “Podes Fugir Mas Não Te Podes Esconder”, o primeiro disco de ouro da banda, publicado em 2001 mas cuja recordação se impõe.
É tudo bom,
Não há stress,
Tás na boa.»
Vê o vídeo e ouve esta extraordinária e potente música do grupo português “Da Weasel” no seu fantástico álbum “Podes Fugir Mas Não Te Podes Esconder”, o primeiro disco de ouro da banda, publicado em 2001 mas cuja recordação se impõe.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
