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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

A. Camus = 50 A.

      Foi num dia assim, como o de hoje, corria o ano de 1960 (há 50 anos) que morria, aos 46 anos, num acidente de viação, Albert Camus (1913-1960).
      Nasceu na Argélia, filho de um francês e de uma descendente espanhola.
      Foi-lhe concedido o Prémio Nobel de Literatura em 1957.
      É apontado como um dos mais importantes mentores da escola do Absurdismo ou da Filosofia do Absurdo (relacionada com o Existencialismo) na qual, em síntese, se estabelece que os esforços realizados pelos seres humanos para encontrar o significado do Universo fracassarão por não existir tal significado.
      Aderiu em jovem ao Partido Comunista, tendo sido expulso passados 2 anos, por desentendimentos relativamente à questão da independência da Argélia da França, começando a sua aproximação aos movimentos libertários, tendo passado a escrever em diversas publicações anarquistas e, por fim, tendo criado a sua própria revista anarquista, em 1959 (após o Prémio Nobel e 1 ano antes do acidente que lhe causaria a morte), chamada: “Liberté”.
      Disse: «L’histoire d’aujord’hui nous force à dire que la révolte est l’une des dimensions essentielles de l’homme» (“A história dos nossos dias obriga-nos a considerar que a revolta é uma das dimensões essenciais do Homem”).


domingo, 3 de janeiro de 2010

O Melhor de Mim

          «Pôr fogo em tudo, inclusive em mim
           Ao menino de 1918 chamavam anarquista
           Porém meu ódio é o melhor de mim.»
     Versos in “A Flor e a Náusea”,
     de Carlos Drummond de Andrade
     Poeta brasileiro (1902-1987)


sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Mercado Negro

      Decorrerá entre os dias 9 e 19 deste mês, entre as 10 e as 23 horas, na Rua Cândido dos Reis, nº. 64, no Porto (Portugal), a 7ª Edição do Mercado Negro, a feira do livro alternativo e de outros produtos de culto independente.
      http://edicoes-mortas.blogspot.com



segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Como o Universo


    « Sê plural como o Universo ! »

      Fernando Pessoa (13-06-1888 – 30-11-1935)
      Foi num dia assim, como o de hoje, corria o ano de 1935 (há 74 anos) que morria aquele que é considerado um dos maiores poetas da Língua Portuguesa.


sexta-feira, 27 de novembro de 2009

A Escravidão Moderna

      “A Escravidão Moderna” (“De La Servitude Moderne”) é um filme de 52 minutos complementado por um pequeno livro de 25 páginas, ambos disponíveis gratuitamente no sítio que abaixo se indica e em 4 línguas: Francês, Inglês, Castelhano e Italiano.
      Jean-François Brient, coadjuvado por Victor León Fuentes conceberam e disponibilizaram estas duas obras em:
      http://www.delaservitudemoderne.org
      Entras, escolhes a língua e vês ou descarregas o livro (em ficheiro pdf) e o filme mas o filme está também inserido abaixo, no fim deste artigo.
      Nestas obras alerta-se para o facto de existirem escravos modernos neste denominado sistema mercantil totalitário que os esconde sob formas diversas de mistificação que ocultam essa condição servil.
      Considera o autor que neste imenso campo de batalha de guerra civil mundial, a linguagem constitui uma das nossas armas, pelo que deve ser usada com correcção, chamando as coisas pelos seus nomes próprios, daí denominações como a de “escravos”, “sistema mercantil totalitário”, “guerra civil mundial”, etc.

      «A Escravidão Moderna é uma escravidão voluntária, consentida pela massa de escravos que se arrastam à face da Terra. Eles próprios compram as mercadorias que os escravizam cada vez mais. Eles próprios procuram um trabalho cada vez mais alienante que lhes é concedido se demonstrarem estar suficientemente amansados. Eles próprios escolhem os amos que querem servir.
      Para que esta tragédia absurda possa ter lugar foi necessário despojar esta classe da consciência da sua exploração e alienação.
      Eis aqui a estranha modernidade da nossa época.
      Da mesma forma que os escravos da antiguidade, que os servos da Idade Média e que os operários das primeiras revoluções industriais, estamos hoje em dia em frente de uma classe totalmente escravizada, só que não o sabe, ou melhor; não quer saber.
      Eles ignoram a rebelião que deveria ser a única reacção legítima dos explorados. Aceitam, sem discussão, a vida lamentável que lhes foi planeada. A renúncia e a resignação são a fonte da sua desgraça.
      Mostrar a realidade tal como é e não como a apresenta o poder, constitui a subversão mais genuína.
      Só a verdade é revolucionária.»
      Extracto de “De La Servitude Moderne” de Jean-François Brient, seleccionado e traduzido por Anarquinfo.

De la servidumbre moderna from Les Temps Bouleversés on Vimeo.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Porquê Deus?

      Acaba de ser publicado um livro coordenado por Manuel Curado (professor na Universidade do Minho) intitulado: “Porquê Deus se Temos a Ciência?”
      Cada vez mais a ciência responde às perguntas essenciais da existência, nada justificando a persistência de qualquer crendice em qualquer ser omnipotente extraterrestre.
      Diz-se no livro: “A explicação religiosa da realidade não parece admitir a explicação científica e vice-versa. Deriva isto de vivermos num mundo que só tem uma verdade? Deriva isto das limitações das estruturas cognitivas dos seres humanos? Deriva isto do estado de conhecimento científico que alcançámos?”
      O livro aborda uma série de argumentos que podem ajudar às respostas, até porque, diz-se na obra, “não sabemos se a aparente incompatibilidade entre a Religião e a Ciência é circunstancial ou constitutiva”.
      O professor da Universidade do Minho é autor das obras: Direito Biomédico (2008), Luz Misteriosa: A Consciência no Mundo Físico (2007) e O Mito da Tradução Automática (2000) e é Editor dos livros Questões Actuais de Bioética (2009), Cartas Italianas, de Verney (2008), Mente, Self e Consciência (2007) e Consciência e Cognição (2004).



quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Editora OnLine

      A editora “Faísca Publicações” continua a publicar e a disponibilizar gratuitamente para “download” alguns pequenos livros, dispondo já de 12 breves obras, cujos títulos a seguir se indicam:

      1 – Sobre a Política de Alianças
      2 – Da Periferia Para o Centro
      3 – Revolução Cubana
      4 – Política Anarquista e Acção Directa
      5 – De Movimento a Partido Político
      6 – Em Torno da Vigência do Socialismo Libertário
      7 – Feminismo, Classe e Anarquismo
      8 – Domingos Passos, o Bakunine Brasileiro
      9 – Huerta Grande, a Importância da Teoria
    10 – O que é a Ideologia
    11 – Anarquismo e Anarquia
    12 – O que é o Anarquismo?
      Desce os livros no seguinte endereço:
      http://www.alquimidia.org/faisca/index.php?mod=pagina&id=3905