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terça-feira, 22 de novembro de 2011

SOU Movimento e Arte

      SOU é uma Associação Cultural sem fins lucrativos cuja atividade se centra na formação, criação e programação artística. Tem como principais objectivos: oferecer formação nas áreas das artes performativas; promover e dinamizar atividades culturais; acolher criadores de várias áreas artísticas, com o intuito de enriquecer o tecido cultural artístico nacional e local.

      Uma das principais premissas do espaço SOU é a abertura das atividades a todos. Como tal, os horários e as condições de participação (a maioria das atividades são de entrada livre) têm sido adaptados, de acordo, com uma estratégia de criação e educação de públicos.
      As atividades do dia de hoje:
      9h00/10h00 – Tai-Chi
      11h00/16h30 – Curso de Artes Performativas
      17h30/18h30– Oficina de Artes Plásticas (3-6 anos)
      12h00/13h30 e das 18h30 às 20h – Alongamento e Consciência Corporal
      18h30 às 20h e das 20h15 às 21h45 – Voz e Canto
      20h00/22h00 – Dança Contemporânea


      Hoje às 22H00, haverá ainda cinema, com a película “Shane Acker” de 2009, inserida no ciclo de cinema de animação. Vê mais no programa abaixo.
      SOU fica na Rua Maria nº. 73 (à Forno do Tijolo) em Lisboa (Telef. 211547790 e 934808869) (Transportes: Metro: Linha Verde: Anjos / Bus: 12, 30, 726 / Elétrico: 28)

      Mais info no sítio cuja ligação permanente está na coluna dos “Sítios a Visitar”.

sábado, 5 de novembro de 2011

Milhares de Livros Grátis na Internet

      É possível baixar títulos como “A Divina Comédia”, de Dante Alighieri, obras de Machado de Assis, a “Arte Poética”, de Aristóteles, ou “A Metamorfose”, de Franz Kafka, entre tantas outras obras, gratuitamente na Internet e em língua portuguesa. A seguir estão três sítios brasileiros onde podes descer uma grande biblioteca.
   1- No sítio denominado “Brasiliana” da Universidade de São Paulo (Brasil), estão cerca de 3 mil obras disponíveis para “download”, nas quais se incluem livros raros, documentos históricos, manuscritos e imagens que são parte do acervo da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, doada àquela universidade.
      Para aceder à biblioteca segue a ligação permanente na coluna dos Sítios a Visitar com a denominação de “Brasiliana USP”.
   2- No sítio “Cultura Académica”, da Universidade Paulista de São Paulo (Unesp), estão disponíveis mais de cem livros académicos. As obras estão divididas por 28 temas, que passam pelas áreas de Artes, Ciências Humanas, Biologia, Economia, entre outros.
      Para baixar os livros, basta que te registes no sítio cuja ligação permanente está na coluna dos Sítios a Visitar com a denominação de “Cultura Académica”.
   3- Já no Portal “Domínio Público” do Ministério da Educação Brasileiro estão disponíveis mais de 350 títulos. Este sítio funciona como uma biblioteca digital, criada para divulgar clássicos da literatura na Internet. Este sítio abriga ainda músicas, obras de literatura infantil, vídeos e fotografias.
      Acede ao “Domínio Público” através da ligação permanente colocada na coluna dos Sítios a Visitar.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Es.Col.A da Fontinha

      A “Es.Col.A” é o espaço coletivo autogestionado situado no Alto da Fontinha, no Porto (Rua da Fábrica Social, 17), e, entre outras iniciativas, dispõe de acompanhamento e apoio educativo gratuito, todos os dias, de segunda a sexta-feira, após o horário escolar, proporcionando ajuda aos alunos na realização dos seus trabalhos de casa, bem como explicações nas matérias necessárias.

      Esta é mais uma valia desta vigorosa iniciativa.
      Mais info no sítio da Es.Col.A, com ligação permanente na coluna dos Sítios a Visitar.


terça-feira, 18 de outubro de 2011

Agitadores Infiltrados

      Em baixo podes ver uma fotografia na qual aparentemente alguns manifestantes violentos estão a ser imobilizados pela polícia.

      Atenção ao pormenor de que tais manifestantes violentos calçam exatamente as mesmas botas que as dos polícias, isto é, as botas próprias do seu fardamento.
      Por que será? Coincidência?
      Claro que não. São polícias trajando à civil que se misturam com os manifestantes com o propósito de provocar desacatos no momento julgado oportuno a fim de permitir uma intervenção musculada junto dos reais manifestantes. Ao mesmo tempo captam a atenção dos meios de comunicação de massas para o caráter violento dos manifestantes, o que proporciona fantásticos títulos e largas vendas.
      Normalmente, os polícias infiltrados têm mais cuidado com o seu disfarce. No caso da foto abaixo esqueceram-se de trocar as botas, permitindo uma mais fácil identificação, no entanto, são quase sempre identificados: pela forma como se movem com o grupo em que se inserem, num mínimo de dois a três indivíduos, a forma extrapolada e provocatória de agir e mesmo a sua compleição física que denota a frequência de ginásios e/ou halterofilismo, cabelo curto bem cortado e postura militarizada, enfim, um conjunto de sinais para os quais se deve estar atento, independentemente dos atos que pratiquem contra a polícia, arremessando objetos, insultando-os, forçando barreiras, etc. são atos teatrais habituais e fazem até parte dos treinos frequentes em que participam aprendendo a lidar com os manifestantes.


quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Controlo Policial na Rússia

      A polícia russa está interessada no controlo e conhecimento dos movimentos anarquistas e, para isso, na passada semana, um companheiro foi detido, interrogado e torturado pela polícia de Moscovo, prosseguindo assim as detenções iniciadas com as prisões dos supostos anarquistas insurrecionalistas.
      Na passada sexta-feira, dia 7 de Outubro, um ativista que estava organizando um evento para arrecadar fundos para o apoio financeiro dos anarquistas presos foi detido e de forma brutal foi submetido a sessões de tortura num posto policial.
      Esteve detido ao longo de toda a noite (apenas uma noite) com o único propósito de explicar, sob tortura, o funcionamento da “estrutura” anarquista da Cruz Negra Anarquista (CNA/ABC) e qual o seu papel no apoio aos presos.
      Foi submetido a muitas perguntas a propósito das recentes detenções e suas conexões com os detidos, com vários grupos autónomos e ataques realizados por anarquistas, sendo depois libertado, sem mais nem menos.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Alimentação Vegetariana

      A “Alimentação Vegetariana, Moda, Dieta ou Estilo de Vida?”. É sob este título que decorrerá amanhã (4 de outubro) uma sessão (in)formativa e de debate, entre as 18H30 e as 20H30 na Casa da Horta, No Porto.

      A participação é livre mas está sujeita a inscrição prévia, uma vez que a sessão só se realizará com um número mínimo de participantes.
      Esta iniciativa está integrada na “Semana Vegetariana 2011”, promovida pelo Centro Vegetariano e contando com a participação de inúmeras entidades e organizações um pouco por todo o país.
      Como ponto de partida para a sessão surge a questão: Numa altura em que a alimentação vegetariana começa a ser cada vez mais conhecida e também “adotada” por mais pessoas estaremos perante uma moda, uma dieta ou um estilo de vida? E para se ser vegetariano, quais são as principais dicas, motivações, dificuldades e “erros” a evitar?
      Esta sessão (in)formativa pretende sensibilizar para uma alimentação consciente e sustentável, quer ao nível socio-ambiental quer ao nível da saúde e equilíbrio do próprio indivíduo. Será que alimentarmo-nos de forma equilibrada é um exercício assim tão difícil, aborrecido e dispendioso ou, pelo contrário, um processo divertido, acessível e, antes de tudo o mais, natural?
      No final da sessão irá decorrer um jantar informal de convívio entre todos os participantes da sessão, sendo os preços das refeições os normalmente praticados na Casa da Horta.
      Modo de inscrição: Através do email: segredosdahorta@gmail.com ou pelo telefone do Pedro Pereira: 934476236
      Mais info nas ligações permanentes colocadas na coluna dos “Sítios a Visitar” sob a designação de “Casa da Horta” e “Segredos da Horta”.


sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Curso Sobre a História do Anarquismo

      Estão abertas inscrições para um curso sobre a história do Anarquismo que se realizará em Alagoas (Brasil) a partir do próximo dia 22 de outubro.

      O curso está aberto a todos, bastando solicitar a inscrição ou pedir esclarecimentos para: cazp@riseup.net
      O curso será mensal e terá a duração de 9 meses. A adesão pode ser completa ou apenas por módulos do curso.
      Os módulos são os seguintes:
1. Formação histórica da corrente anarquista
2. A Internacional dos trabalhadores e a Comuna de Paris
3. Bakunine e Marx: Perspetivas divergentes na Internacional
4. O Anarquismo nos finais do séc. XIX e início do séc. XX: Propaganda pelo facto e sindicalismo revolucionário
5. A Revolução Russa
6. A Revolução Espanhola
7. O movimento libertário francês e o Maio de 68
8. Anarquismo na América Latina
9. Socialismo e Anarquismo no Brasil
      A iniciativa pertence ao Coletivo Anarquista Zumbi dos Palmares, cuja ligação permanente se encontra na coluna dos “Sítios a Visitar” sob a designação de “Zumbi dos Palmares”.


sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Mais Rápido que a Luz

      Até agora a maior velocidade conhecida era a da luz (definida em 299 792 458 metros por segundo, no vácuo). Tal velocidade sempre nos pareceu ser o limite do nosso conhecimento e constam da Teoria da Relatividade de Albert Einstein.
      O centro Nacional de Investigação Científica (CNRS, sigla em francês) acaba de indicar que a velocidade da luz foi ultrapassada, embora ligeiramente, pela velocidade verificada nos neutrinos.
      Os neutrinos são partículas elementares da matéria, consideradas fantasma ou camaleão. O neutrino pode estar um milhão de vezes mais presente no universo do que cada um dos constituintes dos átomos, mas continua a ser incrivelmente difícil de detetar.
      O neutrino, que desde os anos 1960 intriga os físicos, é desprovido de carga elétrica, o que lhe permite atravessar paredes. A cada segundo, 66 mil milhões das suas partículas fantasmagóricas atravessam o equivalente a uma unha humana. No entanto, um neutrino emitido pelo Sol tem apenas uma hipótese em cem milhões de chegar à Terra.
      Emitidos pelas estrelas e pela atmosfera, os neutrinos podem ser criados pela radioatividade dita beta, como a das centrais nucleares. Assim que um protão se transforma num neutrão (eletricamente neutro) ou um neutrão se transforma num protão, esta mutação sucede acompanhada pela emissão de um eletrão negativo ou positivo e de um neutrino (ou de um anti-neutrino).
      "A existência de um modelo que pudesse explicar porque o neutrino é tão pequeno, sem se dissipar, teria profundas implicações na compreensão do nosso universo: como era, como evoluiu, e como eventualmente, morrerá", explicou António Ereditato, físico do Instituto Nacional de Física Nuclear da Itália.
      Caso seja confirmada esta medição por outras experiências, este "resultado surpreendente" e "totalmente inesperado" face às teorias formuladas por Albert Einstein poderá abrir "perspetivas teóricas completamente novas", sublinha o CNRS.
      As medições efetuadas pelos especialistas desta investigação, a que se chamou Opera, concluíram que um feixe de neutrinos percorreu os 730 quilómetros que separam as instalações do Centro Europeu de Investigação Nuclear (CERN), em Genebra, do laboratório subterrâneo de Gran Sasso, no centro de Itália, a 300 006 quilómetros por segundo, ou seja, uma velocidade superior em seis quilómetros por segundo à velocidade da luz.
      Pese embora a teoria de Albert Einstein estivesse tão bem confirmada, este exemplo vem uma vez mais chamar-nos a atenção para o facto da Ciência não ser nenhuma religião, pelo que as verdades que possui são-no apenas na época em que existem com os conhecimentos detidos mas sempre prontas a serem derrubadas por novas verdades, igualmente provisórias até que uma nova verdade se venha a comprovar. Einstein já deitara por terra as teorias de Newton, que também foram verdades inabaláveis, e agora, uma vez mais – e como sempre deve ser –, tudo parece indicar que as teorias de Einstein também cairão por terra.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

O que é a propriedade?

      Num dia como o de hoje mas do ano 1840 (há 171 anos), era publicada a obra: “Qu'est ce que la propriéte? (O que é a Propriedade?) de Pierre-Joseph Proudhon.

      Proudhon torna-se, com esta obra, o primeiro anarquista auto-intitulado da história, tendo início a filosofia política do Anarquismo na modernidade.
      Filósofo político e economista francês, foi o primeiro indivíduo a se autoproclamar anarquista, sendo hoje considerado o pai do anarquismo e um dos mais influentes escritores e organizadores anarquistas.

      Esta que foi a sua primeira obra é também considerada a sua maior publicação. Tinha por subtítulo: “Pesquisa sobre o Princípio do Direito e do Governo”.
      A publicação deste livro atraiu a atenção das autoridades francesas, atraindo também o interesse de Karl Marx que com ele se começou a corresponder, iniciando uma amizade e troca de ideias que veio a terminar quando Marx escreveu o texto “A Miséria da Filosofia”, como resposta provocatória ao escrito anteriormente publicado por Proudhon intitulado: “Sistema das Contradições Económicas ou a Filosofia da Miséria”.
      Mais tarde, na obra “Confissões de um Revolucionário”, Proudhon afirmou que “anarquia é ordem”, afirmação que veio a dar origem ao símbolo anarquista que consiste na letra “A” (de Anarquia) rodeada pela letra “O” (de Ordem).~

quarta-feira, 22 de junho de 2011

O Homem e a Terra

      É hoje (22JUN2011, pelas 19H30 locais) lançado o livro de Éliseé Reclus, “O Homem e a Terra - Educação”, com um debate sobre a sua conceção de educação na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) – Sala 124, Bloco B (Cidade Universitária de São Paulo – Brasil)

      No debate haverá ainda a discussão dos resultados dos trabalhos dos Grupos de Estudo: “Anarquismo e Educação” e “Geografia e Anarquismo”, grupos estes que, quinzenalmente, reúnem e debatem na sede da Biblioteca Terra Livre, desde o final de 2010.
      Diz Éliseé Reclus: “A cada fase da sociedade corresponde uma conceção particular da educação, conforme aos interesses da classe dominante. As civilizações antigas foram monárquicas ou teocráticas e seus resquícios prolongam-se nas escolas, pois, enquanto na vida ativa do exterior, os homens liberam-se das opressões antigas, as crianças, relativamente sacrificadas, bem como as mulheres, em razão de sua fraqueza, têm de suportar por mais tempo a rotina das práticas de outrora. O tipo de nossos manuais de educação existe há vários milénios, e ainda se repetem quase nos mesmos termos os preceitos “moralizadores” que ali se encontram.»
      Esta iniciativa pertence à Biblioteca Terra Livre e ao Centro Académico Professor Paulo Freire, cujas ligações a seguir se indicam, tendo a primeira ligação permanente na coluna dos "Sítios a Visitar".
      http://bibliotecaterralivre.wordpress.com/
      http://www.cappf.org.br


terça-feira, 7 de junho de 2011

Felizmente Houve a L.U.A.R.

      Amanhã, dia 8 de junho, será apresentado o livro intitulado “Felizmente Houve a LUAR – Para a História da Luta Armada Contra a Ditadura”.

      Esta obra é de José Hipólito dos Santos e será apresentada por João Carvalho (ativista do movimento cívico e social do Porto), pelas 17:00 horas, no auditório da Feira do Livro do Porto (Portugal), na Avenida dos Aliados daquela cidade.
      José Hipólito dos Santos nasceu no Porto em 1932. Sócio-economista, ex-dirigente cooperativista, antigo colaborador da Seara Nova e dos Cadernos de Circunstância, foi membro do MUD-Juvenil, participante na Revolta da Sé e no Golpe de Beja, ex-preso político e antigo exilado em Argel, ex-dirigente do MAR, LUAR e PRP. Foi membro do Comité de Acção da EPHE (Sorbonne) em Maio 68. Quadro superior da CUF, presidente do Ateneu Cooperativo e da Associação dos Inquilinos Lisbonenses. Professor universitário em Paris-XIII, no ISE e no ISPA. Perito das N. U., fundador da SEIES, membro da “Alliance Pour Un Monde Responsable, Pluriel et Solidaire” e “DRD-Démocratiser Radicalement la Démocratie”. Participante na Assembleia Mundial de Cidadãos (2001).












      A LUAR significa: L.U.A.R. – Liga de Unidade e Ação Revolucionária.
      Este movimento político português foi fundado em Paris, em 19 de junho de 1967 (durante a ditadura portuguesa), depois do assalto ao Banco de Portugal na Figueira da Foz. Uma brigada oposicionista, em 17 de maio de 1967, liderada por Palma Inácio, assalta a agência do Banco de Portugal na Figueira da Foz, desviando a elevada soma de vinte e nove milhões de escudos, depois tomam um pequeno avião num pequeno campo de aviação e conseguem escapar.
      Palma Inácio (1922-2009) foi um célebre revolucionário português contra o Estado Fascista e ficou também conhecido por ter realizado diversas ações contra a ditadura, algumas mais espetaculares, como a que, anos antes, protagonizou o primeiro desvio de um voo comercial de que há registo. Foi a chamada “Operação Vagô”, em que um avião da transportadora aérea portuguesa TAP sobrevoa as cidades de Lisboa, Barreiro, Setúbal, Beja e Faro, a baixa altitude, para lançar cerca de 100 mil panfletos com apelos à revolta popular contra a ditadura. Os caças da Força Aérea não conseguem intercetar o avião, que regressa incólume a Casablanca.


quarta-feira, 4 de maio de 2011

A Obsolescência Programada

      O motor secreto da sociedade de consumo é a obsolescência programada que obriga o consumidor a comprar, deitar fora e voltar a comprar e assim indefinidamente.
      É o controlo do consumo e o fabrico de produtos que carecem de manutenção ou substituição de forma programada para que haja necessariamente consumo, isto é, o fabrico de produtos com programação para falhar; avariar propositadamente, assim obrigando o consumidor a comprar de novo.
      Vê as estratégias no documentário emitido pela televisão pública espanhola que abaixo podes ver e que, apesar de durar 52 minutos, não podes, de forma alguma, deixar de ver.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O Infiltrado

      No blogue http://southwalesanarchists.wordpress.com/ pode ler-se o artigo intitulado “They come at us because we are strong” que a seguir, livremente e em síntese se traduz.

      «Durante quatro anos, um polícia à paisana que conhecíamos como "Marco" infiltrou-se na Rede Anarquista Cardiff (Cardiff Anarchist Network - CAN) e durante esse tempo, acreditamos que tinha uma série de objetivos: recolha de informações e interrupção das atividades da CAN; a utilização da reputação e da confiança adquirida com a CAN para infiltrar-se em outros grupos, incluindo uma rede europeia de ativistas e parar o funcionamento coerente da CAN.
      Em 2009 as suspeitas eram já volumosas mas Marco tinha cuidado e mantinha de forma muito eficaz as relações e a confiança dentro do grupo, de tal forma que as nossas suspeitas não foram devidamente partilhadas e expressas.
      No Outono de 2009, organizou um jantar de "despedida" para o grupo e anunciou que estava indo para um trabalho em Corfu, na Grécia. Depois da sua saída, chegaram mensagens suas e postais por algumas semanas, mas logo cessaram, sem explicação alguma. O seu número de telefone móvel britânico não foi mais localizado e o número do telefone grego que estava utilizando foi restringido; as chamadas e as mensagens nunca foram entregues. As suas páginas em redes sociais pararam de ser atualizadas.
      As suspeitas cristalizaram-se, mas ele já havia desaparecido.
      As pessoas associadas com a CAN e outros grupos que fizeram parte em Cardiff, como “No Borders” e “Gwent Anarchists”, tentaram divulgar nos círculos de ativistas que o homem que era conhecido como “Marco” era um polícia disfarçado. Porém, sem uma prova definitiva, advertiram-nos a não fazer acusações infundadas.
      No mês passado surgiram notícias sobre Mark Kennedy e Watson Lynn, outros dois polícias infiltrados descobertos, parecendo uma oportunidade para estabelecer a verdade. Seguindo o nosso exemplo, em 14 de janeiro de 2011, o The Guardian obteve a confirmação de que ele era um polícia no ativo. Não sabemos exatamente como isso foi feito, mas acreditamos que a confirmação veio diretamente da ACPO, a Associação dos Delegados de Polícia.
      Não estávamos confortáveis confiando nos meios de comunicação desta forma, mas todas as nossas tentativas anteriores de estabelecer com sucesso quem ele era havia terminado em nada.
      Marco trabalhou em nós (não conosco) por quatro anos. Desenvolveu fortes relações pessoais e alguns de nós sentimos uma enorme traição pessoal. Mas também se propôs, deliberada e sistematicamente, a prejudicar o movimento, e acreditamos que é importante que se saiba do que fez e como o fez e que isso seja partilhado e discutido o mais amplamente possível.
      Possivelmente, uma das coisas mais prejudiciais que fez foi usar as credenciais da CAN para se infiltrar na Rede de Dissidência contra o G8 na Europa. A CAN tem participado ativamente da Rede e no planeamento de bloqueios em massa no G8 em Stirling, em 2005, e alguns membros da CAN estavam dispostos a contribuir para uma rede europeia mais ampla. No entanto, CAN era um grupo pequeno, e muito poucos de nós têm tempo e dinheiro para viajar para as reuniões internacionais. Marco, é claro, tinha dinheiro e tempo. Foi fácil para ele dar um passo adiante e participar. É provável que as suas atividades tenham prejudicado seriamente a organização do protesto contra o G8 na Alemanha, em 2007.
      Como Mark Kennedy, Marco também sabotou a ação direta ambientalista. Em 2007, após conseguir ser incluído no processo de planeamento de uma ação contra o terminal de oleoduto LNG (Gás Natural Liquefeito), em Milford Haven, a oeste no País de Gales, teve a oportunidade de passar informações para a polícia local, que resultou na detenção de vários ativistas. Todos os processos penais caíram na última instância, mas não antes que a polícia houvesse invadido as casas, até mesmo a de Marcos, onde obtiveram os computadores, no que parece ter sido uma entrega de "pesca massiva".
      No entanto, Marco passou a maior parte do seu tempo infiltrando-se em todas as atividades normais de um grupo político (reuniões, exibições de filmes, encontros e eventos destinados a provocar discussão e o debate sobre a política radical).
      Acreditamos que pelo menos em um caso (a projeção de um filme dos direitos dos animais com uma conversa de acompanhamento) organizou um evento apenas para recolher informações sobre as pessoas que assistiriam. Ele também estava interessado em participar em projetos em que havia cooperação de outros grupos, como a campanha contra a privatização da formação militar e na construção de uma nova academia de defesa da RAF em St Athan.
      Olhando para trás, agora, podemos ver que ele foi cuidadoso, mas sempre prejudicial. Apesar de sua clara capacidade, sempre que algo – contatos de construção, promoção, transporte – dependiam inteiramente dele, acabava em nada.
      Danificar a estrutura da CAN foi sem dúvida um objetivo fundamental. Ele mudou a cultura da organização, promovendo uma grande quantidade de bebida, fofocas e traições, e banalizado e criticando qualquer tentativa por parte de qualquer pessoa do grupo para atingir os objetivos. Era evidente o seu objetivo de separar e isolar certas pessoas no grupo, subtilmente exagerando as diferenças políticas e pessoais, contando mentiras para os dois "lados", para criar desconfiança e animosidade.
      Nos quatro anos que esteve em Cardiff, um grupo forte, coeso e ativo quase se desintegrou. Marco foi embora, após as reuniões anarquistas na cidade terem deixado de acontecer.
      Lendo isto, dirás por que diabo demorou tanto tempo para descobri-lo, e porque não fomos mais céticos e menos confiantes? Marco obviamente não tinha a vida exposta fora do ativismo. Nunca conhecemos a sua família ou colegas que supostamente partilhavam a sua paixão pela música rock, embora às vezes dissesse ir a espetáculos fora da cidade. Disse-nos que não tinha mulher nem filhos, que a sua casa era bastante espartana e o seu trabalho como motorista de camião também permitiu uma desculpa para se ausentar-se por longos períodos, sem levantar suspeitas.
      Além disso, apesar do desejo expresso de estar "onde estava a ação", foi muito relutante em sujar as mãos, sendo uma parte ativa na ação direta ou no confronto com a polícia.
      Todas essas coisas juntas deveriam ter sido suficiente para pelo menos fazermos perguntas. Talvez tenhamos sido um pouco ingénuos, especialmente considerando que não éramos suficientemente importantes para sermos infiltrados. E o homem que conhecíamos como Marco foi muito bom em desviar suspeitas. Era agradável, um apoio pessoal, divertido e muito útil para ter por perto.
      Foi, como Mark Kennedy, um condutor. Levou algum tempo escrevendo, editando e distribuindo boletins informativos, fez banners e foi às reuniões chatas para não incomodar ninguém a ir. Foi capaz de explorar as vulnerabilidades das pessoas, aproximando-se delas, para que não se sentissem isoladas e excluídas. Foi um grande manipulador.
      Todos que se relacionaram com Mark Jacobs estão sofrendo com ressentimento, raiva e culpa. A Nossa incapacidade de ver através de sua farsa tem causado grandes danos às pessoas, tanto aqui em Cardiff como em toda a Europa. Estamos conscientes de que Marco não foi o único polícia atuando, e que a culpa, especialmente a nível europeu, não é toda nossa, mas, ainda assim, da nossa parte, sentimos uma responsabilidade coletiva e uma sensação de fracasso.
      Dito tudo isto, temos de olhar em frente e é importante aprender as lições certas do que aconteceu. Acreditamos que é importante que o movimento não sucumba à paranóia e desconfiança. Marco tem trabalhado duro para semear a desconfiança, desgostos e suspeitas entre nós e deixá-lo fazer isso talvez tenha sido o nosso maior erro.
      Acreditamos também que é errado pintar-nos como impotentes em uma situação como esta, ou procurar a simpatia dos media como vítimas de um Estado injusto e poderoso. Nós vemos como isso pode ser tentador, por razões de propaganda, ou para ganhar o apoio de líderes políticos e da imprensa liberal, mas é basicamente um ato vão. As ações da polícia e do Estado do Reino Unido, neste caso, são nojentas, mas não surpreendentes. Nós, como grupo e como um movimento, fomos infiltrados e atacados porque temos, e incentivamos os outros a ter, a ação militante contra uma série de injustiças colossais.
      Vieram até nós porque somos fortes, não porque somos fracos.»
      Por: "Rede Anarquista de Cardiff"
      Mais info na coluna dos Sítios a Visitar sob a designação de “South Wales”


sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Sim, é Possível!

      «Este é um grande dia na minha vida. O meu país está livre depois de décadas de repressão. O poder do povo já não pode ser esmagado.»

      Assim o dizia Mohamed ElBaradei (opositor egípcio e prémio Nobel da Paz), referindo-se ao fim da ditadura de Mubarak no Egito.
      Mas o país não está livre, está apenas liberto; liberto de uma carga inútil. Acaba de dar um passo ou subir um degrau, está no bom caminho, mas livre, livre, ainda não.
      De qualquer forma, convém atentar também no seguinte: “o poder do povo já não pode ser esmagado”; o povo egípcio acaba de demonstrar ao Mundo que é possível conquistar mais liberdade, que é possível derrubar cargas inúteis, pesos mortos, desde que haja uma firme vontade para tal. O poder do povo deixou agora de poder ser acorrentado e amordaçado, conquistando os egípcios em 18 dias o que já deviam ter conquistado há, pelo menos, 30 anos.
      Sim, é possível a vontade popular impor-se a qualquer tipo de poder, sim e assim sem mais nem menos.



quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

A Vontade

      «Tudo vence uma vontade obstinada, todos os obstáculos abate o homem que integrou na sua vida o fim a atingir e que está disposto a todos os sacrifícios para cumprir a missão que a si próprio se impôs.

      Atento ao mundo exterior, para que não falte nenhuma oportunidade de pôr em prática o pensamento que o anima, não deixa que ele o distraia da tensão interna que lhe há-de dar a vitória; tem os dotes do político e os dotes do artista, quer modelar o mundo segundo o esquema que ideou.
      Não se trata, claro, de um triunfo pessoal; em história da cultura não há triunfos pessoais; ou a vontade é pura e generosa, nitidamente orientada ao bem geral, ou mais cedo, mais tarde, se há-de quebrar contra vontades de progresso mais fortes que ela.
      Que o querer tenha sua origem e seu apoio em coração aberto à nobreza, à beleza e à justiça; de outro modo é apenas gume fino e duro de faca; por isso mesmo frágil, na sua aparente penetração e resistência.
      Vontade inteligente, e não manhosa, altruísta, e não virada ao sujeito, pedagógica, e não sedenta de domínio; a esta pertencem os séculos por vir: é a voz a que surgem; a outra estabelece os muros que ainda tentam defender o passado.»
      Agostinho da Silva – in “Considerações”
      Filósofo/Poeta/Ensaísta (1906-1996)
      Português (porque cá nasceu e morreu) e também Brasileiro (porque lá viveu e deixou obra)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Salvar Planeta só sem Capitalismo

      Realizar-se-á amanhã (19 de novembro), pelas 17:30 horas no Auditório 3.1 da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (Portugal) uma conferência com o escritor e jornalista Hervé Kempf, segundo o qual, para salvar o planeta devemos descartar-nos do capitalismo e reconstruir uma sociedade onde a economia não seja rainha, mas uma ferramenta, onde prevaleça a cooperação sobre a concorrência e onde o bem comum seja mais importante do que o lucro, considerando ainda que o futuro não reside na tecnologia, mas num novo arranjo das relações sociais.

      A convicção e a celeridade com que exigirmos maior solidariedade humana é o que vai fazer a diferença. É esta a mensagem veiculada pelo conferencista deste acontecimento que tem o mesmo nome do seu último livro (2009): «Para Salvar o Planeta Livrem-se do Capitalismo».
      Na referida obra, o autor explica como o capitalismo se transformou ao longo dos anos de 1980 ao conseguir impor o seu modelo comportamental individualista, marginalizando as lógicas coletivas. Ora, para sair daí, torna-se forçoso desmontar o condicionamento psíquico em que aquele modelo assenta. A oligarquia no poder procura desviar a atenção do público para o desastre iminente fazendo crer que a tecnologia tudo pode fazer, inclusive evitá-lo. Esta ilusão mais não pretende que perpetuar o atual sistema de dominação.
      Como ilustram as reportagens demonstrativas realizadas pelo autor do livro, o futuro não está na tecnologia, mas antes em novas práticas no relacionamento social entre indivíduos e grupos.

sábado, 23 de outubro de 2010

Ações em França

      A juventude francesa, que está sob repressão policial constante, expressa agora a sua raiva contra o sistema e especialmente contra a polícia. Houve alguns confrontos muito duros contra os agentes antidistúrbios em diversas cidades por toda a França e, especialmente, nos subúrbios de Paris.

      Num primeiro momento, o governo criticou os jovens por serem manipulados e disseram que o lugar deles era na sala de aula, não na rua. Mas como o governo aprovou uma lei há alguns anos na qual estabeleceu que os adolescentes podiam ser penalmente responsáveis pelos seus atos, a juventude respondeu que se eles tinham idade suficiente para ir para a cadeia com 13 anos, também podiam discutir política e manifestar-se nas ruas.
      Agora o governo está tentando incutir o medo dos "jovens delinquentes" que participam do movimento apenas para quebrar tudo e pela violência. Mas, na realidade, esses argumentos não funcionam muito bem (até agora) e as pessoas continuam apoiando o movimento.
      Os trabalhadores, em determinados setores estratégicos, como transportes, portos e transportes de combustível, essencialmente, mantém a sua greve e até mesmo aumentaram o seu nível de luta.
      Pelo menos dois terços dos depósitos de combustíveis foram deixados vazios (em parte pelo bloqueio, em parte porque as pessoas estavam com medo da escassez e correram para as bombas de gasolina... este sentimento irracional de pânico foi uma grande ajuda para os grevistas pela confusão que foi criada).
      A rede de abastecimento esteve prestes a entrar em colapso, o que levaria a um colapso total da economia, pelo que o próprio presidente decidiu enviar o exército e a polícia para interromper o bloqueio. Os trabalhadores decidiram evitar o confronto e continuar a luta por outros meios.
      Além disso, vemos o início da auto-organização em algumas áreas e cidades. Mesmo que isso ainda não tenha um caráter massivo pode ter um impacto significativo no movimento geral. Por exemplo, em Toulouse, o sindicato local da CNT-AIT, convocou assembleias populares. A razão destas assembleias populares foi para dar liberdade de expressão, para demonstrar que a política não é apenas para profissionais ou especialistas, para promover o pensamento crítico e a auto-organização.
      Durante as primeiras manifestações, estas assembleias reuniam apenas 50 pessoas, mas depois o número aumentou 10 vezes (300 no dia 2 de outubro, 500 no dia 12, entre 500 e 700 no dia 16).
      Essas assembleias populares foram organizadas com calma e determinação. Por exemplo, em 2 de outubro, quando a polícia exigiu que a assembleia fosse dissolvida, o público recusou-se e continuou reunido durante 3 horas ocupando o centro da cidade sem ser incomodado. Tudo pelo poder que dela emana. Isto resultou numa manifestação espontânea no centro da cidade.
      Este modelo organizacional está se expandindo; na Universidade de Mirail, cidades como Auch, Montauban, Figeac (onde existem outras secções da CNT-AIT) ou Poitiers (onde não há nenhuma).
      Sobre a repressão policial, em algumas cidades os antidistúrbios estão muito nervosos e agem com muita brutalidade. Na cidade de Caen dispararam à queima-roupa uma granada de gás lacrimogéneo no rosto de um manifestante. A lata de alumínio da granada incrustou-se no crânio, e teve a sorte de sobreviver. A CNT-AIT de Caen está em contacto com a família do manifestante.
      Em Montreuil, um subúrbio de Paris, um estudante foi atingido com um tiro de "flash" disparado pela polícia, o impacto na cara fez com que perdesse parte do rosto e pode perder um olho.
      Em muitas outras cidades, especialmente em cidades portuárias como St Nazaire, Le Havre, Boulogne foram registados fortes confrontos entre manifestantes e a polícia.
      Desde o início do conflito mais de 2000 pessoas foram detidas durante as diversas ações.
      Além dos embates mais espetaculares, muitas ações menores foram organizadas para tentar popularizar a ideia da greve geral. Por exemplo, em 13 de outubro a CNT-AIT participou num piquete em frente à fábrica da Peugeot em Aulnay para atrair outros trabalhadores para o movimento. Mas embora muitos trabalhadores simpatizem com a causa não se podem unir ao movimento devido às muitas dívidas que têm que pagar, dos empréstimos bancários de que se socorreram e não querem nem podem perder o seu salário. É por isso que se pensa noutro tipo de ações, como a sabotagem, interrompendo a produção, bloqueios económicos circulares, etc., por exemplo, na biblioteca da Universidade de Paris XIII, os trabalhadores estão em greve cada um em um dia diferente. Ao fazer isso, o sistema pára sem que os trabalhadores percam muito.
      Outras ações podem ser tomadas, por exemplo, camufladas, em Clermont Ferrand, a CNT-AIT local organizou durante a última manifestação um ato em solidariedade com os trabalhadores do Peru, em frente a uma loja da Zara.
      Hoje (sábado 23) começa uma semana de feriados nacionais, o governo espera que o movimento estudantil se esvazie e que o resto o siga.
      Veremos.


segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Ações em França

      Milhares de pessoas protestam em França, não só contra o aumento da idade de reforma mas contra o poder económico-financeiro que tudo quer decidir em prejuízo do trabalhador.

      Os sindicatos falam em cerca de 3 milhões de manifestantes.
      Os combustíveis começam a falhar em todo o país, devido à firme greve dos trabalhadores do petróleo, boicotando mesmo os depósitos de reserva estratégica do Estado, para além das refinarias, já paradas.
      Agora já estão presentes os estudantes, universitários e do ensino secundário, contabilizando-se já cerca de 1000 escolas fechadas.
      O vídeo abaixo ilustra o que se passa nas ruas de Paris com uma especial particularidade, neste vídeo em concreto, podemos verificar como um pequeno grupo de indivíduos – que são polícias disfarçados – provocam distúrbios, designadamente, partindo montras e, quando alguém o impede vejam como os outros se viram para a as pessoas ameaçando-as, estando todos disfarçados da mesma forma e, de acordo com os testemunhos dos presentes, eram de facto polícias.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Sindicalismo e Movimentos Sociais

      Está disponível para baixar o caderno “Sindicalismo e Movimentos Sociais”, elaborado pelo Sindicato de Artes e Ofícios Vários de Campinas (SP-Brasil), o qual, em 28 páginas, aborda os seguintes assuntos:

    - Sindicalismo e movimentos sociais,
    - Breve histórico do sindicalismo no Brasil,
    - Sindicatos hoje,
    - Reconstrução da COB,
    - Práticas sindicais e
    - Sindicalismo revolucionário e movimentos sociais.
      Vê e/ou baixa na seguinte ligação:
      http://cob-ait.net/pdf/caderno_002rapid.pdf

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

“Workshop” sobre anarquismo

      Decorre desde ontem e até amanhã (1 a 3 de setembro), na Manchester Metropolitan University (Reino Unido) um conjunto de “workshops” sobre teoria política, no qual está previsto um “workshop” concreto sobre anarquismo.
      A organização está a cargo do professor Alex Prichard que é fundador da Anarchist Studies Network.
      Serão apresentadas e discutidas as seguintes comunicações:
      - Alex Prichard: “Proudhon: The Lost Prophet of Paris”
      - Joan Rapp: “Neo-anarchism and the state in the People’s Republic of China”
      - Matt Wilson: “Prefiguration and Anarchist Theory”
      - Ruth Kinna: “Title TBC”
      - Alexandre Christoyannopoulos: “Tolstoy’s Approach to Christianity”
      Este é a 7ª conferência anual sobre Teoria política organizada pela referida universidade.
      Mais info em:
      www.hlss.mmu.ac.uk/polphil/news/article.php?id=343