segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

A. Camus = 50 A.

      Foi num dia assim, como o de hoje, corria o ano de 1960 (há 50 anos) que morria, aos 46 anos, num acidente de viação, Albert Camus (1913-1960).
      Nasceu na Argélia, filho de um francês e de uma descendente espanhola.
      Foi-lhe concedido o Prémio Nobel de Literatura em 1957.
      É apontado como um dos mais importantes mentores da escola do Absurdismo ou da Filosofia do Absurdo (relacionada com o Existencialismo) na qual, em síntese, se estabelece que os esforços realizados pelos seres humanos para encontrar o significado do Universo fracassarão por não existir tal significado.
      Aderiu em jovem ao Partido Comunista, tendo sido expulso passados 2 anos, por desentendimentos relativamente à questão da independência da Argélia da França, começando a sua aproximação aos movimentos libertários, tendo passado a escrever em diversas publicações anarquistas e, por fim, tendo criado a sua própria revista anarquista, em 1959 (após o Prémio Nobel e 1 ano antes do acidente que lhe causaria a morte), chamada: “Liberté”.
      Disse: «L’histoire d’aujord’hui nous force à dire que la révolte est l’une des dimensions essentielles de l’homme» (“A história dos nossos dias obriga-nos a considerar que a revolta é uma das dimensões essenciais do Homem”).


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